Foto de Leonardo Radin
Ontem a tarde a Chape enfrentou o Internacional de Porto Alegre, no primeiro reencontro depois dos 5 a 0 histórico do returno de 2014.
Cheguei em Porto Alegre no sábado a noite e ouvindo as rádios locais, parei em uma que se chama Rádio Grenal, como estavam falando do jogo deixei sintonizada para ouvir os comentários. Me chamou atenção quando um comentarista disse que a Chapecoense não faz nem cócegas nos seus adversários fora de casa e que o Inter ganharia com toda certeza. Me perguntei naquele momento, quantos jogos o pseudo entendedor de futebol havia visto da Chapecoense? Digo isso porque mesmo tendo ganho apenas um jogo fora no primeiro turno, ninguém tem vida fácil pra vencer a Associação Chapecoense de Futebol.
Antes da abertura dos portões a festa que a torcida alviverde fazia já arrepiava os amantes do futebol. A brigada militar não deixou entrar nenhum material que fizesse alusão aos 5 a 0, mas isso não impediu a torcida de lembra-los da goleada histórica.
Foto de Leonardo Radin
O inter entrou em campo com o que tinha de melhor, buscando se erguer no campeonato brasileiro e buscando apagar a impressão dos 5 a 0. Não teve êxito, as tentativas de ataque colorado paravam nas mãos do Danilo que garantiu que a Chapecoense saísse de Porto Alegre sem sofrer gol. Do outro lado, uma Chapecoense com alguns desfalques importantes, como a ausência do meia Cleber Santana, mas que conseguiu dificultar a criação do ataque colorado. O Inter só garantiu o empate - digo isso porque pelas circunstâncias do jogo, foi o Inter que conseguiu manter o empate e não o contrário - graças ao goleiro Alisson que operou um verdadeiro milagre cara a cara com Tíago Luis.
Não ganhamos, mas o sentimento é de ter feito mais uma grande partida contra mais um dos gigantes do futebol brasileiro. Mais uma vez o time e a torcida mostram sua força.
A chape trouxe um ponto na sacola e se prepara para o próximo jogo que será contra o Figueirense que - mimimi não é clássico - será no próximo domingo na Arena Condá.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Chape recebe Flu em primeiro jogo das 11h00 na Arena Condá
| (Foto: Chapecoense Oficial) |
Em confronto válido pela 15ª
rodada do Brasileirão 2015, no próximo domingo (26) a Chapecoense recebe a
equipe do Fluminense na Arena Condá, às 11h00. A expectativa da Diretoria é de
um bom público (algo entre 8 a 10 mil torcedores), pois será o primeiro jogo
neste horário em casa.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
VEM AÍ: A COPA SUL AMERICANA.
A cada ano a Chapecoense vem
surpreendo! Nesta semana o time do Oeste conquistou vaga para a Copa Sul
Americana. Disputa esta, que participará pela primeira vez.
A Copa Sul Americana, foi instituída em 2002 com o objetivo de reunir todos os times do continente em um único evento em que os clubes deveriam ser classificados para a competição com mérito esportivo. Realizada pela CONMEBOL, a Sul Americana acontecerá no segundo semestre, agora de 2015. Equipe das dez associações participam da competição.
A Copa Sul Americana, foi instituída em 2002 com o objetivo de reunir todos os times do continente em um único evento em que os clubes deveriam ser classificados para a competição com mérito esportivo. Realizada pela CONMEBOL, a Sul Americana acontecerá no segundo semestre, agora de 2015. Equipe das dez associações participam da competição.
O Brasil por sua vez disputará a
competição com 8 times, sendo eles: Grêmio, Atlético-PR, Sport, Goiás,
Coritiba, Chapecoense, Bahia, Brasília.
A Chapecoense, considerada 6ª
melhor equipe do Campeonato Brasileiro, ocupando a 15ª colocação em 2014, recebeu a
confirmação da vaga nesta quinta-feira, através da Confederação Brasileira de
Futebol (CBF). A vaga foi para o time alviverde após a classificação do
Flamengo às oitavas de final da Copa do Brasil.
Foto site CONMEBOL
Para Chapecoense, desejamos BOA SORTE em mais esta competição. E tem gente que insiste em dizer que minha Chape é time pequeno!
domingo, 12 de julho de 2015
NÃO DEU PRA CHAPE NA RESSACADA
Em clássico o ideal é não contar com a sorte ou com a boa campanha que o time vem fazendo nas rodadas, pois futebol é futebol e por isso é imprevisível. A Chapecoense não levou o clássico catarinense muito a sério. Pelo menos no primeiro tempo de jogo, em que o Avaí foi superior. A Chapecoense deixou o time jogar e tentou contar com uma mãozinha da arbitragem, porém nesse jogo Heber Roberto Lopes e seus assistentes atuaram marcando as infrações com muito rigor, inclusive as reclamações, com exceção do lance do pênalti marcado contra a Chape.
O Avaí em apenas 9 minutos de jogo abriu placar com Emerson em cobrança de escanteio. Ainda no primeiro tempo em uma jogada que a zaga da Chapecoense deixou adversário livre (esperando a marcação de um impedimento, que era indevido, pois Dener dava condições) William sozinho cara a cara com o goleiro Danilo marca o segundo para o Avaí. Chapecoense simplesmente não jogou no primeiro tempo, deu totais condições para o Avaí jogar, sendo que o time apresentou maior posse de bola e duas de suas finalizações converteram nos gols, o time do oeste não pode se queixar pelos gols levados.
Para quem achava que o jogo estava perdido para o verdão, ainda tinha 45 minutos pela frente, e o segundo tempo inteiro. Chapecoense não desperdiçou seu tempo e por volta dos 7 minutos do segundo tempo, Bruno Rangel recebe uma bola do ex-avaiano Cleber Santana que por sinal foi bastante vaiado no primeiro tempo rsrs e finaliza com categoria, GOOOOOL do Verdão.
Chapecoense tem maior posse de bola no segundo tempo, volta totalmente diferente para partida. Perdeu de empatar em várias chances. E aquela história de quem não faz, leva! Dessa vez não aconteceu, Ufaa, mais por pouco, Heber marcou falta de Neto na área. William cobra a penalidade acertando travessão. Avaí ainda tenta chegar, mas sem muito perigo. Chapecoense pressionou muito no final do jogo e perdeu uma chance incrível, em uma bola cruzada. Mas, fim de papo na Ressacada, depois de 6 rodadas sem vencer Avaí termina o clássico catarinense com a vitória de 2 x 1. A 13ª rodada não foi muito boa para os times catarinenses, exceto para o Avaí os demais times perderam o jogo.
A Chapecoense mantém sua posição e Avaí deixa Z4, os dois times jogam fora de casa na próxima rodada. Chapecoense enfrente Atlético PR e Avaí enfrenta Cruzeiro.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Sobre se sentir em casa e o nosso salão de festas
Foto:EDUARDO VALENTE/Agp/Gazeta Press
Poucas coisas nessa vida são tão plenas quanto a sensação de
estar em casa. Ela transmite aconchego e segurança, principalmente pela certeza
de que ali estão os nossos: os que fardam o mesmo uniforme e defendem a mesma
causa. Os de sangue ou os de fé. A gente
pode ter a ânsia de conhecer o novo, mas é imprescindível ter para onde voltar.
Tiago Luis atuou 26 minutos na última partida, quando
vencemos o Grêmio. Na sua segunda primeira impressão na Chapecoense, mostrou
que é pé quente. Talvez sua atuação na partida não tenha sido notável – e nem
notada -, mas após o 1x0, tenho certeza que na sua mente ecoou um sonoro “lar,
doce lar”. Cachaceiro ou não, ele voltou pra casa e temos muito mais a
comemorar e esperar – positivamente – do que a reclamar. E temos, inclusive,
boas lembranças a trazer a tona e torcer para que se repitam.
12 de outubro de 2013. Estádio da Ressacada, returno da
série B do Campeonato Brasileiro. Avaí x Chapecoense. Três minutos de partida,
assistência de Athos para Tiago Luís e uma precisão quase que cirúrgica para
meter a bola lá onde dorme a coruja e levantar a massa chapecoense que naquele
brilhante sábado à tarde pintou a capital de verde e branco. Foi o primeiro gol
da partida, que terminaria com a vitória do Verdão por 2x1 sobre o coirmão de
floripa.
No próximo domingo, às 18h, visitamos novamente a Ressacada.
Num cenário bem diferente do 2013, mas com um Tiago Luís com motivação
redobrada. Clássico, por si só, já tem uma graça a mais. Clássico pra um
jogador que já fez história no confronto e viu que não há nada como estar do
lado verde e branco da força, é incomparável.
A partida é para vencer e – quem diria - encostar no G4. Ousadia
à parte, na Arena Condá somos imbatíveis e, com Tiago Luís se sentindo em casa,
no nosso salão de festas chamado
Ressacada não vai ser diferente!
Hasta La Victoria, Chape!
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Chape venceu o tricolor gaúcho
Chapecoense e Grêmio fizeram um jogo para encher os olhos dos admiradores do futebol. A Chape tinha a difícil missão de segurar o embalo do tricolor gaúcho, mas contava com o apoio de sua casa cheia e daquela velha provocação que a mídia faz dizendo que a dupla grenal joga em campo neutro quando joga em Chapecó. Já deu pra ver quem manda na Arena Condá?
O time que entrou em campo, entrou com raça e com determinação. O grêmio ofereceu perigo ao goleiro Danilo, assim como o ataque alviverde fez com que o goleiro Marcelo Grohe precisasse fazer jus ao seu salário. Foi um jogo bastante equilibrado, com chances reais de gol dos dois lados.
Eutrópio, depois de tanta critica, recebeu merecidos elogios, tanto pela escalação do time, quanto pelas alterações. O técnico não se apequenou diante de um dos grandes do futebol, não se contentou com o empate em 0 a 0 e quando alterou tornou o time ainda mais ofensivo com a entrada de Maranhão dando velocidade e a reestreia de Tiago Luis.
O gol saiu de cobrança de falta com cabeceio do artilheiro BR9. Maranhão que havia entrado no segundo tempo sofreu a falta para a cobrança do CS88. Cleber Santana, que desde que chegou colocou em ordem a meia canxa da Chape, colocou a bola na medida para que Bruno Rangel de cabeça, sem muito esforço colocasse a bola pra dentro abrindo o marcador e definindo o placar do jogo.
Foto de: radiogaucha.com.br
O jogo estava aberto, era do tipo que quem fizesse o primeiro garantia os três tentos. A Chape teve mais competência pra abrir o placar, e então depois do placar favorável, Eutrópio trocou o atacante Bruno Rangel pelo volante Wanderson para ajudar na marcação.
Vitória maiúscula da Chape!
Parabéns Chapecoense.
A torcida te agradece Furacão, por mais um jogo vencido ♫♫♫
O time que entrou em campo, entrou com raça e com determinação. O grêmio ofereceu perigo ao goleiro Danilo, assim como o ataque alviverde fez com que o goleiro Marcelo Grohe precisasse fazer jus ao seu salário. Foi um jogo bastante equilibrado, com chances reais de gol dos dois lados.
Eutrópio, depois de tanta critica, recebeu merecidos elogios, tanto pela escalação do time, quanto pelas alterações. O técnico não se apequenou diante de um dos grandes do futebol, não se contentou com o empate em 0 a 0 e quando alterou tornou o time ainda mais ofensivo com a entrada de Maranhão dando velocidade e a reestreia de Tiago Luis.
O gol saiu de cobrança de falta com cabeceio do artilheiro BR9. Maranhão que havia entrado no segundo tempo sofreu a falta para a cobrança do CS88. Cleber Santana, que desde que chegou colocou em ordem a meia canxa da Chape, colocou a bola na medida para que Bruno Rangel de cabeça, sem muito esforço colocasse a bola pra dentro abrindo o marcador e definindo o placar do jogo.
Foto de: radiogaucha.com.br
O jogo estava aberto, era do tipo que quem fizesse o primeiro garantia os três tentos. A Chape teve mais competência pra abrir o placar, e então depois do placar favorável, Eutrópio trocou o atacante Bruno Rangel pelo volante Wanderson para ajudar na marcação.
Vitória maiúscula da Chape!
Parabéns Chapecoense.
A torcida te agradece Furacão, por mais um jogo vencido ♫♫♫
domingo, 5 de julho de 2015
Tua imensa torcida é bem feliz?
O termômetro marcava: 5 graus. Qualquer pessoa normal perguntaria: é sério que você vai sair nesse frio pra ir a um jogo de futebol? Você que está lendo isso sabe: não era só mais um jogo de futebol. Era a chance de ver Chapecoense x Vasco pela primeira vez se enfrentando em jogos oficiais. Era a chance de ver qual é a desse time da Chapecoense que mostra certa inconstância nesse campeonato. Era a chance de ver o time do Vasco jogando (alô série B 2016). Então não houve frio que afastasse os mais de 4 mil torcedores que se fizeram presente no velho Condá de guerra na noite de ontem.
E quem esperava uma Chapecoense ofensiva, tentando o gol desde o primeiro minuto, teve correspondidas as suas expectativas. Os números da partida dizem tudo: na posse da bola, a Chapecoense terminou o jogo com 64%. Nas finalizações, mais que o dobro para a Chapecoense: 19, contra apenas 7 do Vasco, sendo que dessas, 8 foram chances reais para o Verdão, enquanto para o Vasco... bom, para o Vasco nenhuma. Zero. Nos escanteios, outro massacre: 14x4 para a Chapecoense.
Ok. Olhando para todos esses dados, desinformados e/ou desavisados pensarão que a Chapecoense goleou o pobre time do Vasco. Ledo engano. O 1x0 não traduz nem de longe o que realmente foi o jogo. A Chapecoense fez, tentou, castigou a bola no ataque. Os torcedores pensaram "É hoje! É hoje o dia certo pra fazer saldo!". Mas não. Nosso ataque, como de costume, não funcionou. Foi preciso que Neto, zagueirão da Chape, fizesse um golaço pra bicicleta para garantir os três pontos ao maior Verdão do Brasil. O que nos deixa com algumas preocupações: qual a causa da ineficiência do nosso ataque? Enfim. Foi um bom jogo, apesar dos leves sustos no final do jogo. Está aprovada a atuação de Cléber Santana. Camilo também voltou a jogar bem. Bruno Rangel mostra que não pode jogar sozinho. E Hyoran, apesar da sua habilidade (que eu sei que existe), cada vez me convence mais que é jogador para entrar no segundo tempo. Ah! Gil, estamos esperando teu retorno; sentimos tua falta nos jogos, viu?
E o Vasco... bom, o que dizer do Vasco? Mais um dos grandes do futebol brasileiro que amarga um longo período de crise. Então, voltemos ao título, fazendo menção ao hino do clube: Tua imensa torcida é bem feliz. Será?
E quem esperava uma Chapecoense ofensiva, tentando o gol desde o primeiro minuto, teve correspondidas as suas expectativas. Os números da partida dizem tudo: na posse da bola, a Chapecoense terminou o jogo com 64%. Nas finalizações, mais que o dobro para a Chapecoense: 19, contra apenas 7 do Vasco, sendo que dessas, 8 foram chances reais para o Verdão, enquanto para o Vasco... bom, para o Vasco nenhuma. Zero. Nos escanteios, outro massacre: 14x4 para a Chapecoense.
Ok. Olhando para todos esses dados, desinformados e/ou desavisados pensarão que a Chapecoense goleou o pobre time do Vasco. Ledo engano. O 1x0 não traduz nem de longe o que realmente foi o jogo. A Chapecoense fez, tentou, castigou a bola no ataque. Os torcedores pensaram "É hoje! É hoje o dia certo pra fazer saldo!". Mas não. Nosso ataque, como de costume, não funcionou. Foi preciso que Neto, zagueirão da Chape, fizesse um golaço pra bicicleta para garantir os três pontos ao maior Verdão do Brasil. O que nos deixa com algumas preocupações: qual a causa da ineficiência do nosso ataque? Enfim. Foi um bom jogo, apesar dos leves sustos no final do jogo. Está aprovada a atuação de Cléber Santana. Camilo também voltou a jogar bem. Bruno Rangel mostra que não pode jogar sozinho. E Hyoran, apesar da sua habilidade (que eu sei que existe), cada vez me convence mais que é jogador para entrar no segundo tempo. Ah! Gil, estamos esperando teu retorno; sentimos tua falta nos jogos, viu?
E o Vasco... bom, o que dizer do Vasco? Mais um dos grandes do futebol brasileiro que amarga um longo período de crise. Então, voltemos ao título, fazendo menção ao hino do clube: Tua imensa torcida é bem feliz. Será?
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