Mostrando postagens com marcador Série A. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Série A. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Duelo de Verdões marca a 18ª rodada do Brasileirão

Após o empate diante do Figueirense no último domingo (09), que teve o amargo sabor de derrota pela forma com que se desenhou, pois mesmo sendo frustrante, é preciso lembrar que possuíamos até os 37 minutos do segundo tempo, um placar favorável de 2x0 e domínio do jogo e sofrer um revés da maneira com que aconteceu, levando dois gols em poucos minutos, permitindo o empate e a marca de 8 jogos sem vencer o clube da Capital (4 derrotas e 4 empates).
Chapecoense se prepara para enfrentar o Goiás (Foto: Laion Espíndula)

sábado, 8 de agosto de 2015

Chapecoense recebe Figueira de Argel e está de olho no adversário

Mais um confronto entre Interior x Capital marca a 17ª rodada do Brasileirão 2015. Chapecoense e Figueirense se enfrentam no domingo (09), às 18h30 na Arena Condá e o clima não podia ser diferente: rivalidade a flor da pele entre as equipes, pois não podemos nos esquecer das palavras utilizadas pelo treinador do Figueira: “O dia que eu perder para o Sandro Pallaoro e Claudio Gomes largo o futebol”, esta foi parte da entrevista de Fucks após o empate por 1x1 em 29 de março deste ano.
Grupo em último treino antes do jogo (Foto: Chapecoense Oficial)

domingo, 5 de julho de 2015

Tua imensa torcida é bem feliz?

O termômetro marcava: 5 graus. Qualquer pessoa normal perguntaria: é sério que você vai sair nesse frio pra ir a um jogo de futebol? Você que está lendo isso sabe: não era só mais um jogo de futebol. Era a chance de ver Chapecoense x Vasco pela primeira vez se enfrentando em jogos oficiais. Era a chance de ver qual é a desse time da Chapecoense que mostra certa inconstância nesse campeonato. Era a chance de ver o time do Vasco jogando (alô série B 2016). Então não houve frio que afastasse os mais de 4 mil torcedores que se fizeram presente no velho Condá de guerra na noite de ontem.

E quem esperava uma Chapecoense ofensiva, tentando o gol desde o primeiro minuto, teve correspondidas as suas expectativas. Os números da partida dizem tudo: na posse da bola, a Chapecoense terminou o jogo com 64%. Nas finalizações, mais que o dobro para a Chapecoense: 19, contra apenas 7 do Vasco, sendo que dessas, 8 foram chances reais para o Verdão, enquanto para o Vasco... bom, para o Vasco nenhuma. Zero. Nos escanteios, outro massacre: 14x4 para a Chapecoense.

Ok. Olhando para todos esses dados, desinformados e/ou desavisados pensarão que a Chapecoense goleou o pobre time do Vasco. Ledo engano. O 1x0 não traduz nem de longe o que realmente foi o jogo. A Chapecoense fez, tentou, castigou a bola no ataque. Os torcedores pensaram "É hoje! É hoje o dia certo pra fazer saldo!". Mas não. Nosso ataque, como de costume, não funcionou. Foi preciso que Neto, zagueirão da Chape, fizesse um golaço pra bicicleta para garantir os três pontos ao maior Verdão do Brasil. O que nos deixa com algumas preocupações: qual a causa da ineficiência do nosso ataque? Enfim. Foi um bom jogo, apesar dos leves sustos no final do jogo. Está aprovada a atuação de Cléber Santana. Camilo também voltou a jogar bem. Bruno Rangel mostra que não pode jogar sozinho. E Hyoran, apesar da sua habilidade (que eu sei que existe), cada vez me convence mais que é jogador para entrar no segundo tempo. Ah! Gil, estamos esperando teu retorno; sentimos tua falta nos jogos, viu?

E o Vasco... bom, o que dizer do Vasco? Mais um dos grandes do futebol brasileiro que amarga um longo período de crise. Então, voltemos ao título, fazendo menção ao hino do clube: Tua imensa torcida é bem feliz. Será?

sábado, 23 de maio de 2015

Dieta do Índio no domingo: PEIXE!

Bom, o retrospecto dentro de casa é bom (ok, apenas um jogo, mas uma vitória), e sabemos que dentro de casa os times tendem a jogar melhor e serem considerados superiores, não seria diferente com a chape dentro de casa. Sabemos da superioridade técnica e tática do time da Vila, porém já não somos mais novatos no campeonato brasileiro, e jogamos dentro de casa. O fator casa precisa contar, a torcida precisa apoiar e amanha iremos lotar a Arena Condá lembrando que.... “ÍNDIO COME PEIXE!”... E na Arena o bicho pega!          

Desenho: Gleyca Klaus. 

No ano passado éramos novatos e  surpreendemos vencendo grandes fora de casa, quando calamos o Morumbi na vitória de 1 a 0 contra o São Paulo e também com o Fluminense quando calamos o Maraca ganhando por 4 a 1 e fugindo do Z-4.  Além da vitória dentro de casa contra o Internacional, que jamais será esquecida, 5 a 0.  
Mas não podemos viver de passado  até porque se assim fosse viveríamos num "Estadio Regional Índio Conda" abandonado pelos torcedores, quando dava para contar os míseros 30, 40 torcedores que sofriam com o time e hoje vivem pra assistir o Verdão do Oeste na série A ( sou uma dessas torcedoras com muito orgulho! Obrigada pai por me levar aos jogos desde 94, 95  - não lembro ao certo o ano, e de me transmitir esse amor pela chapecoense!)


Bom retornando ao confronto de amanhã, todos esperamos uma mudança de postura e atitude, do técnico e dos jogadores, queremos mudanças no time! Se não da na técnica vamos na raça, índio guerreiro não se cansa  de lutar! Estão relacionados para o jogo de amanha: Danilo, João Paulo, Nivaldo, Apodí, Rafael Lima, Neto, Vilson, Abuda, Dener, Wanderson, Elicarlos, Gil, Bruno Silva, Wagner, Ananias, Hyoran, Roger, Bruno Rangel, Edmilson, Nenén, Camilo e Maranhão. 
No ano passado, na primeira fase perdemos por 3 a 0 fora de casa, já no returno, dentro de casa conseguimos um empate aos 45 minutos com o Santos. Para amanhã espero um final diferente para  o jogo, que seja novo, que seja uma vitória, que o time não só jogue bem, mas consiga converter isso em gols, porque é de vitórias que um time se mantem. 3 pontos não vem apenas de uma boa atuação, mas sim de uma  boa atuação combinada com gols. 

Na tarde de ontem foi apresentado mais um reforço, o lateral esquerdo Tiago Costa, de 28 anos. A diretoria confirmou que na próxima semana deve ser anunciada a contratação de mais um ou dois jogadores. Aguardamos ansiosos! E que venham com espírito guerreiro, porque aqui se não da no técnico, vai na raça mesmo, o que não pode é se entregar!

sábado, 9 de maio de 2015

Há sangue correndo nas veias: Chape demonstra raça, empolga a torcida e garante três pontos na estreia do brasileirão

Foto: Márcio Cunha

Se tem algo que nos une e identifica e a paixão. E se tem algo que vai continuar fazendo nossos corações vibrarem na frequência dos gritos histéricos, raivosos, passionais que partem da arquibancada em direção ao gramado é jogar a Série A do brasileirão. Mesmo quando deixar de ser novidade, vai continuar parecendo inédito. Cada partida, antes mesmo do apito inicial, é prova de como somos grandes. Cada partida, independente do resultado, é marca da nossa meritocracia.
Hoje, no jogo que marcou a estreia do nosso Verdão, pelo segundo ano, na primeira divisão do campeonato brasileiro, não poderia ser diferente. Antes da partida os ponteiros do relógio se arrastavam e o tempo insistia em não passar – parece não saber que todo minuto sem ver a Chape jogar é sinônimo de saudade. O clima instável, a temperatura oscilando... Mas todos os caminhos conduzindo a um só destino: a nossa Arena Condá. E ali, nas arquibancadas coloridas pelo verde e branco, havia algo de sólido, além do concreto: a atmosfera do espetáculo. Pairavam entre os torcedores alguns nebulosos receios. Medo de que a apática estreia do ano passado, contra o mesmo Coritiba, se repetisse. Bastou o juiz dar início a partida para percebermos que o filme seria outro.
Três minutos de jogo, o primeiro gol do brasileirão e a tentativa – infeliz – de estragar a nossa festa. Rafhael Lucas aproveitou cobrança de escanteio e estudou as redes da meta que defendia o goleiro Danilo. Balde de água fria, propício para acordar. Vai além do meu entendimento saber o que se passa na mente de qualquer ser humano, mas ali, naquele momento pós-gol, despertamos da letargia com um chacoalhão de “pera aí, isso aqui não é treino. Isso aqui é campeonato brasileiro. Isso aqui é guerra”.  Dali em diante não vimos primor técnico, mas vimos raça. E é isso que nos diferencia. E foi isso que nos moveu em direção ao gol de empate. Aos 29 minutos da primeira etapa Elicarlos arriscou de longe e com “assistência” do goleiro do Coxa, cravou o empate. A Chape, madura e concisa nas jogadas, levantou a torcida e deixou o gramado, para o intervalo, abaixo de aplausos.
No retorno para a etapa final, ameaça de volta à inércia. A Chape chegava ao ataque, mas pecava na precisão das finalizações. Na cabeça dos torcedores – mais realistas ou pessimistas – já começava a ecoar a máxima de que “quem não faz, leva”. A aflição, no entanto, foi apaziguada aos 20 minutos, quando Roger recebeu belo passe de Ananias e comprovou a eficiência do nosso ataque. Os 2 x 1 no placar, mesmo com muita bola pra rolar, por algum motivo nos deram a certeza de que estes três pontos eram nossos. E quando uma fina chuva caiu sobre o velho Condá, dispersando os torcedores, deu pra notar, com mais facilidade, que não havia nenhum rosto ali que não estampasse um sorriso.
O time jogou, a torcida jogou junto e a vitória veio. E mais do que a vitória, uma sensação de alívio por ver as peças e engrenagens da patrola verde e branca se encaixando. E mais do que os três pontos, o gostinho – mesmo que breve – da liderança. Não era treino; era campeonato brasileiro. E campeonato brasileiro é guerra. E em guerras, meus amigos, só se entra pra ganhar.

Avante, Chape!